Sim, sim! As bebês alaninhas já foram para sua casa definitiva.
Foram até lá muito bem acomodadas na caixinha de transporte e não reclamaram de nada. Chegando lá, a tricolor espevitada já arriscou umas saídas pela casa e se interessou a conhecer a gatinha da família (que acabou perdendo o posto de filha única), uma outra tricolor muito parecida com ela e linda demais. A bicolor, mais medrosa, só acompanhou um pouco a irmã e logo descobriu que debaixo do sofá tinha um ótimo esconderijo. Ficaram assim até a hora que saí.
.JPG) |
| Vem, irmã!!! |
-001.JPG) |
| Arranhador legal... |
.JPG) |
| Humm... Pra onde eu vou agora? |
Conheci pessoalmente a mamãe da família e nunca poderei agradecer o suficiente à amiga Dani por me "apresentar" (entre aspas porque nós mesmas nunca nos vimos ao vivo) ao casal que se interessou pela adoção das duas e esperou pacientemente que elas tivessem idade suficiente para se separar da mamãe Alana. Saber que serão amadas e cuidadas é o melhor que poderia me acontecer, já que, literalmente, vi as duas nascerem. Espero de coração que a presença delas alegre e traga mais amor à família. Pedir mais que isso realmente não dá.
E Alana? Alana também tem novidades... No último dia 20 ela foi castrada! Sim, nunca mais essa fofura vai receber a enxurrada de hormônios do cio, ser perseguida por gatos nem correr o risco de gerar filhotes que colocam sua saúde em jogo e que, talvez não tenham para onde ir. Esterilizar é um ato de amor! Ok, campanha a favor da castração no mode off agora...
A cirurgia correu perfeitamente bem e foi feita na Clínica Ipiranga (próximo ao metrô Sacomã), olha que linda a fofura de malhinha cirúrgica e ainda meio grogue por conta da anestesia:
Alana tomou antibiótico/anti-inflamatório por 6 dias (bom, no último não conseguimos, ela estava esperta conosco) e a médica retirou o único pontinho cirúrgico no sétimo dia. Tudo sequinho e cicatrizado. Yay! Ainda vai retornar à vet no fim da semana pra ver se o inchaço diminuiu totalmente e se a cicatrização interna correu bem. Nós até tentamos separá-la das filhotes no pós-operatório mas foi pior, ficou muito agitada miando e subindo em tudo.
Aliás, essa foi uma preocupação que nos ocorreu com a adoção das bebês. Ficamos apreensivos que Alana, agora sozinha no escritório, sentisse muito a falta delas e sofresse com o confinamento. Bom, ainda é cedo pra dizer alguma coisa, mas sua tarde se passou assim:
Foi muito cafuné e colinho do tio que ficou em casa doente hoje (tá tudo bem, foi só uma crise de sinusite). Pelo menos nos primeiros dias, tentaremos dar um pouco mais de atenção a ela e observar como fica seu comportamento. Aliás, enquanto escrevo esse post ela está lá dormindo na caixa de transporte grandona (da minha cadela de 15Kg), toda arrumada pra aguentar o frio que faz aqui no ABC. Desde que os bebês nasceram, nunca a vi tão relaxada para dormir. Está deitadona, largada no colchão da caixa, e não mais dormindo sentada e sempre alerta como nos últimos 81 dias. Miou e procurou bastante pelas duas durante a noite, mas espero que perceba logo que o trabalho acabou e agora é só aproveitar a boa vida.
Agora, vai ser força total na campanha para adoção da mamãe Alana! Tenho certeza de que ela encontrará um lar, espero que seja tão bom quanto o das suas filhotinhas.